quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Adeus 2009 e que venha 2010!!!

2009 passou bem rápido mas deixou umas marquinhas, viu?!

Achei que tava começando o ano bem, a virada no ano passado tinha sido incrível e quando eu menos esperava – bum..o primeiro “pé na bunda” de 2009 tinha acontecido.

Nada de dramas, ou muitos dramas..bola pra frente e nada de bom acontecia na minha vida sentimental...

Na empresa tudo bem mais ou menos também..e ufa..quando eu vi já estávamos no meio do ano! E o que eu tinha feito? Nada de produtivo..absolutamente nada! Hehehe

Bom, eis que tive a brilhante idéia de tentar o mundo virtual..rs..que não foi nem um pouco brilhante..rs

Conheci caras malucos, desesperados, horríveis, nerds e uns até que bem bacanas..mas que só queriam saber de sexo! Ou seja, não era minha praia..

Pulei fora disso, as coisas na empresa melhoraram..na minha família também..tava tudo caminhando pra perfeição..e nem desesperada mais eu estava em busca de alguém!!

Eis que O CARA aparece! Hehehe

Me assustei no início, mas resolvi curtir demais (ainda estou..rs..ou estamos) e adivinhem? Deu super certo!!!

No final das contas..tenho que admitir que 2009 foi bom! Quero muito que passe logo e que 2010 comece com o pé direito..mas foi um ano de muitas conquistas, de amadurecimento e de muitas amizades!!!

Agora é só esperar a hora de pular as ondinhas, fazer as preces e superstições pro ano novo e bora começar tudo outra vez!!!

Feliz Ano Novo pra vcs!!!

Beijos,

Dani.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O que fazer qdo tudo dá certo?

Eu sempre espero o pior em todos os relacionamentos que ensaio começar. Acho que estou calejada de tanto machucado. Mas o que fazer quando tudo parece estar dando certo?

Ele é inteligente, legal, beija maravilhosamente bem, gatinho e ainda por cima, é romântico e parece estar realmente interessado. É um sonho, só pode ser. Garanto que daqui há alguns minutos eu vou acordar com o despertador e ele vai ter sumido.

Estou tão acostumada com os canalhas e idiotas, que quando finalmente encontro um bom partido fico me segurando, com medo. E pior: sem reação.

Sinceramente, não sei o que fazer.

Beijos,

Helo.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ele tem namorada

É muito, muito, muito, muito difícil encontrar um homem hétero interessante em São Paulo.

Ando tão desanimada que nem exijo mais beleza física. O que procuro, na verdade, são características que me atraem, como inteligência, bom humor, bom gosto pra música, o mínimo de formação educacional (não quero um Phd, mas tb não precisa ter só o Ensino Fundamental, né?), habilidade para se relacionar socialmente (saber conversar em uma mesa de bar, por exemplo) e objetivos de vida em comum (querer ter um relacionamento sério e não ter como maior desejo se tornar monge budista no Tibet). Também dispenso menores de 18 anos, sexagenários e portadores de qualquer patologia psicológica. Eu realmente acho que não peço muito.

E o problema é que o perfil de homem que procuro é o mais visado no mercado. Todas querem exatamente o mesmo que eu. Resultado: todos os homens nesse perfil já tem namorada ou já estão casados. Vamos a um exemplo prático?

No primeiro dia da nova turma no espanhol fiquei muito interessada por um cara, só de bater o olho. Aos poucos fui descobrindo coisas em comum. Sabe aqueles exercícios de conversação? "Que tipo de música vc prefere?" ou "Comente sobre os filmes em cartaz". Ele era perfeito demais para ser verdade: 27 anos, publicitário, bom emprego, católico, já viajou pelo mundo, gosta e entende de música... e ainda temos amigos em comum! Ah! Informação importante: ele é magrelo, usa óculo e não é nenhum pouco bonito.

Depois de algumas semanas sem faltar nenhum dia na aula, descobri o sobrenome da criatura e claro, como qualquer outra mulher comum, pesquisei no Google. Achei twitter, blog, orkut e mais: a namorada! Sim, era bom demais para ser verdade. Uma menina linda, de 25 anos, magra, loira, dentes perfeitos. Linda demais para ele, inclusive.

Todos os bons tem namorada. E o que sobra para as solteiras?

Beijos,

Helo.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Essa tal de TPM

Uma vez por mês..pelo menos por uma semana eu fico assim..os sentimentos todos misturados, uma vontade de chorar, muitas vezes de brigar com alguém..mas sempre, sempre muito carente!

E isso nem é porque estou solteira e tal, desde que “fiquei mocinha” é assim.

No começo eu ficava mais brava, sempre escolhia uma pessoa pra “pegar pra Cristo”, coitada da minha família e melhores amigos...

Mas agora, com a idade, acho que a carência é sempre a marca desse período do mês.

Ainda mais trabalhando com 20 homens e sendo a única a passar por esse tipo de problema. Ninguém me entende!

Claro que as pílulas anticoncepcionais que tomamos regularmente ajudam e muito a melhorar a angústia, a raiva, os inchaços, a choradeira..mas estão longe, longe de eliminá-los.

Outro dia, um dos caras que trabalha comigo comentou que odeia esse período feminino. Disse que as mulheres ficam chatas, resmungam de tudo, nada entendem, ficam cheias de interrogações, desconfianças, e que são os homens (pobres coitados) que “pagam o pato”.

E o pior é que tive que concordar. Hoje estou mais ou menos assim..chata, triste, vontade de chorar e querendo demais um carinho..

Não vejo a hora de terminar o trabalho..humm, será que hoje eu vejo ele?!!!

Pior é que a bendita TPM está só começando...até o final da semana muita água vai rolar...

Beijinhos,

Dani.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O amor morreu em São Paulo

A primeira frase, do primeiro episódio da série Sex And The City é "O amor morreu em Manhattan". Ao ouvi essa frase sabia que a série conquistou imediatamente uma nova fã. Isso porque eu também tenho certeza de que o amor morreu na cidade em que vivo - São Paulo. E ando seriamente desconfiada de que ele também tenha morrido em todas as outras cidades do mundo também. E vou contar o porquê.


A impressionante a quantidade de pessoas solteiras e que não querem compromisso. Já parou para pensar em quantas amigas solteiras vc tem? Eu tenho várias. Até demais. E o pior: elas são lindas, inteligentes, românticas, bem sucedidas e incapazes de se manter em um relacionamento sério. Elas estão em São Paulo, na minha cidade do interior, no Rio de Janeiro, do outro lado do País e até por outros continentes. É uma epidemia! Existe alguma explicação para isso?

Sinceramente, só consigo pensar que o amor literalmente morreu. O compromisso, o casamento e até o namoro são coisas do século XX, que aos poucos a sociedade está deixando para trás. Bom, se isso acontecesse no mesmo ritmo que as mulheres desistem de procurar relacionamentos, tudo bem. O problema é que enquanto os homens fogem do casamento, e algumas mulheres decidem se tornar conquistadoras, uma indústria gigantesca continua incutindo na nossa cabeça que o amor existe. Que o romance ainda é a solução para uma vida amarga e sem sentido.

É isso que eu sinto quando leio algum livro, vejo um filme ou escuto uma música. O amor não existe mais, mas as pessoas não se cansam de cultuá-lo como se ele ainda caminhasse entre nós.

Desculpe minha visão apocalíptica dos fatos, mas sinceramente ando muito descrente.

Beijos,

Helo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Passarinho verde...

Sabe aqueles dias que você acorda e acha graça de tudo? Sorri para as pesssoas nas ruas, dança e canta enquanto dirige, dá risada de piadas sem a mínima graça?

Pois é..hoje estou assim. Aliás, vai fazer um mês que estou assim. Como diria minha avó, parece até que vi passarinho verde!

Não sei o que tá acontecendo comigo..fazia tempo que não me sentia assim, tão bem..tão feliz!

Lembram do primeiro post quando escrevi do carinha que tava conhecendo..pois então, lembram que era outra estória? Pois bem..chegou a hora de contar pra vocês..

Uma estória que nem ao menos começou e que já está tirando meus pés do chão, me fazendo sonhar e acreditar que sim..eu posso voltar a ser feliz ao lado de alguém.

Meio meloso, né?! Apaixonada demais? Não sei..na verdade é a primeira vez que tô indo com muita calma..apesar de estar cada dia com mais vontade de estar com ele, de beijá-lo, de conversar..nossa, como o tempo passa rápido quando estamos juntos.

Mas mesmo com meus pés querendo voar..estou puxando eles para o chão..posso dizer até que estou mais madura (vai ver é bom envelhecer..), e sim..estou mais feliz.

Mas com medo..muito medo também. Sabe aquelas estórias de que quando tudo está muito bom é porque algo vai acontecer e estragar? Sabe aquelas neuras de inveja, de que é muito bom pra ser verdade e de que não..isso não está acontecendo comigo?

Pois é..tô nessa fase..sozinha, mas estou.

Tô tão feliz que tem horas que penso que isso já já vai acabar e que mais uma vez eu vou chorar, vou ficar mal, vou odiar alguma coisa que eu tenha feito..e vou ter que voltar a ficar solteira..voltar a ter q sair (não que seja ruim isso..mas tem hora que cansa), vou ter que voltar a me acostumar com a idéia de ficar sozinha.

Ontem estava conversando com um amigo meu que me disse que ele está adorando não ter que dar satisfações da vida dele pra ninguém. Ele acabou de terminar um namoro super longo e está curtindo a bessa a vida de solteiro.

E quando ele me disse isso, percebi que o que eu quero é exatamente o contrário. E ainda fiquei com raiva de mim por isso..mas sim, não adianta mentir..tô cansada de estar “alone”.

Não sei no que vai dar isso tudo que tô sentindo..que tô vivendo..pode ser que já no próximo post eu esteja com outra cabeça..esteja em outra situação..esteja rindo disso tudo..ou chorando. Só sei que queria de verdade que dessa vez desse certo. Queria muito ter alguém para contar, alguém para cuidar, alguém para amar e alguém que pensasse como eu e também fizesse tudo isso pra mim.

Vamos ver o que rola..vou contando pra vocês.

Beijos,


Dani.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Porque eu preferiro os maus?

Quando eu era criança, eu era a mais certinha da classe. Estudava em um colégio de padres, tirava notas altas, sentava na primeira carteira, não conversava, era tímida e tinha poucos amigos. Aí quando passei para a quinta série, mudei de escola. Fui parar em um colégio sem muita tradição, onde o uniforme era calça jeans e camiseta branca com o logotipo. Qualquer tipo de sapato era permitido, inclusive sandália. As meninas abusavam e vestiam até shorts e saias mais curtas.

Nesse colégio, todo o ginásio (da 5a até a 8a série) ficava em um prédio separado e eu me senti frágil e desconexa de todo aquele mundo novo. Afinal, eu não era mais criança... estava no meio dos adolescentes. O fato é que minhas amizades mudaram, assim como minhas atitudes. Durante o ginásio eu começei a andar com a turma de meninas mais descoladas da sala. Tinha várias amizades, falava muito, matava aula... E passei a tirar sarro das meninas que continuavam "certinhas", como eu era. Mas, por via das dúvidas eu continuei estudando bastante e tirando as melhores notas - porque o nerd que existe dentro de vc nunca morre de verdade!

Contei essa história para conseguir exemplificar o porque eu me sento atraídas pelo tipo errado de homem. Acho que as mulheres que tem esse problema, como eu, são atraídas pelo desconhecido, pelo poder que a liberdade e o errado secretamente nos inspira. Mesmo sabendo que no fundo aquele cara não é bom para você, vc se sente atraída para ele. Talvez isso aconteça pela prazer da aventura ou porque ao contrário dos caras nerds, o bad boy seja impetuoso e tenha atitude de sobra. Aquela atitude que garante uma "boa pegada" (aka aquele beijo sexy, que diz: quero vc todinha pra mim e quero agora).

Assim como eu me senti atraída pelo errado no ginásio, porque queria me misturar com os demais, eu me sinto atraída pelo cara mau. Sei que ele não é bom, que vai me fazer sofrer, mas algo em sua atitude parece transformar a vida em algo muito mais divertido. O cara errado tem o dom de mexer na nossa rotina, acabar com as certezas, colocar nossa vida de cabeça pra baixo.. ir embora e não voltar pra saber se a gente se recuperou.

Talvez eu ainda seja a mesma "menina certinha" que acabou de sair do colégio de padres. Sempre procuro me apaixonar por um bad boy para me sentir mais incluída, mais legal. Transferindo toda a frustração da minha falta de atitude para o outro, esperando que ele me complete de alguma maneira. Ou não... sei lá.

E vc, prefere os maus?

Beijos,

Helo.

"Mulherzices.."

Vira e mexe me pego pensando que ser homem é bem mais fácil do que ser mulher..
Temos sempre que estar lindas, unha feita, cabelo hidratado, depiladas, salto alto, roupa combinando, pele macia..e por aí vai..aliás, vai muito mais além dessas simples "regrinhas" de como se vestir, ou o que usar..
Ser mulher é viver um drama a cada dia..somos super encanadas, adoramos nos fazer de vítimas (e muitas vezes somos), inventamos situações na nossa cabeça sem que elas ao menos tenham acontecido ou irão acontecer pelos próximos meses, anos..ai..é muito difícil ser mulher.
Ontem mesmo várias dessas coisas aconteceram comigo..fiquei esperando um telefonema que não existiu e minha cabeça já ferveu!!
"O que será que aconteceu?", "Será que acabou?", "Arrumou outra?", "Saiu com os amigos"?
Ser homem definitivamente é mais fácil. O homem é muito mais relaxado com as situações, não perde o tempo pensando, imaginando, criando o que nem ao menos aconteceu...é muito mais prático!
No exemplo de ontem, com certeza, o homem pensaria: "Nossa, ainda bem que ela não ligou bem na hora do jogo!" ou ainda "Hoje o dia foi dureza, sorte que cheguei cedo pra dormir"..coisas desse tipo, sabe?! Nada dramático, sentimental..nenhuma "mulherzice".
Tem horas que sinto falta disso..não daquelas outras regrinhas de produção do começo do post..isso até gosto..me faz me sentir mais bonita. Mas dessas nóias, ah..isso eu queria cortar de uma vez por todas da minha cabeça, viu?!
Alguém sabe como? Alguém tem alguma dica de como pensar como homem e agir como mulher? hehehe

Beijos,

Dani.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Amores imaginários

Eu sou daquelas pessoas que se sentem especiais, mas depois quando ficam sabendo que o que sentem é igual ao que todo mundo sente, se decepcionam por serem normais. Sei lá, essa é só uma de muitas “neuras” minhas. O fato é que como solteira, eu tenho namorados imaginários. Sempre pensei que eu fosse a única pessoa no universo insana o suficiente pra colocar a cabeça no travesseiro à noite e começar a escolher com pessoas para sonhar. E a cada noite, escolho um cara diferente. Claro que eu tenho alguns preferidos: o bonitinho da aula de espanhol, o executivo gatinho do trabalho, o ator gostoso de Hollywood... Enfim, minha lista é bem variada.

Nas minhas fantasias, eu planejo encontros perfeitos, declarações de amor de tirar o fôlego, almoços em família, passeios na praia no por do sol e até como seria conhecer a sogra. Claro que quando penso na minha paixão platônica de Hollywood tudo fica mais emocionante, e começo a imaginar o que seria necessário fazer para conhecer ele de verdade. Então, planejo mudar de profissão, mudar de país, começar a trabalhar de cameraman e até de camareira no hotel em que ele se hospeda em Nova York (qualquer semelhança com o filme Maid In Manhattan, da J. Lo, não é coincidência).

Porém, qual foi a minha surpresa a saber que eu não sou a única solteira que faz isso? Por incrível que pareça, muitas mulheres fazem isso antes de dormir também. Mas a constatação mais chocante ainda está por vir. As pessoas fantasiam relações na vida real. Vai dizer que não é isso que acontece quando vc conhece aquele carinha na balada, volta pra casa e fica cheia de planos? Vc está fantasiando uma relação na vida real quando o mesmo carinha te liga no meio da noite pra te ver. Convenhamos, que ser humano fica com saudades de alguém que conheceu na semana passada às 23h de uma terça-feira?

Então, vc tira a pomada anti-acne do rosto, toma um banho de gato, checa se a depilação está em dia e coloca uma roupa decente (afinal é mico ele te ver dentro do pijama da Dora - A Aventureira, né?). Quando ele chega, ele pergunta “Vc estava dormindo? Desculpe se esta muito tarde, mas fiquei com saudade”. E vc “Imagina, não estava dormindo. Eu também estava com saudade”. FALA SÉRIO! Tá na cara que ele está só querendo transar com vc! E apesar de vc ser uma mulher inteligente, capaz de somar 2 + 2, apenas uma única coisa passa pela sua mente “ELE ESTÁ COM SAUDADES DE MIM. ELE GOSTA DE MIM”.

Esse é só um exemplo dos muitos amores imaginários, frutos da mente de uma solteira. Relações que inventamos para nos distrair, como diria o poeta Cazuza.

O Nosso Amor A Gente Inventa - Cazuza


Beijos,

Helo.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ser solteira é...

Se descobrir solteira numa cidade como São Paulo foi um motivo de muita alegria pra mim..
Assim como a Helô, depois de anos num relacionamento sério, sim..um apenas, eu me vi nessa cidade mágica, cheia de encontros e desencontros e pessoas interessantes de se conhecer!!
Claro que no começo não foi fácil, depois de 8 anos junto namorando, é complicado ter que paquerar, ficar, transar com outro (s)...
E tenho que admitir...minhas amigas me ajudaram demais nessa época! Conselhos, dicas e até a solteirice delas foi fundamental para que eu me redescobrisse, para que eu conhecesse essa mulher que sempre esteve dentro de mim..
Hoje, quando olho pra trás e vejo que se passaram quase 4 anos sem que eu tenha um relacionamento sério (mas sério mesmo, sabe aquele negócio de "você quer namorar comigo?")..eu vejo que tudo o que vivi contribuiu demais pro meu futuro..
Voltei a ser adolescente por uma época, fiz loucuras que jamais imaginava que fizesse e simmm, curti demais!!!
Só que ser solteira não é estar ótima, feliz, 100% do tempo, né?!
E é claro que muitos dias de desespero já aconteceram..
Pq só eu não arrumo um namorado? Pq só arrumo encrenca? Minhas amigas estão todas (ou qse todas) namorando? Como elas fizeram isso comigo? rs
Nóias de um pessoa solteira..e sozinha!!
Mas o último ano (esse agora de 2009) foi sem sombras de dúvidas o mais angustiante!
Entrei em site de relacionamento..tentei paquerar uns caras mais nerds, uns mais ricos, uns (bem) mais velhos..aff, foram tantos desencontros esse ano que achei que estivesse no meu inferno astral durante 12 meses..
Pensava muito, às vezes chorava, comecei a ficar mais em casa..a sair menos..e foi nessa época, exatamente nesse período de introspecção, que resolvi que a hora de mudar estava chegando.
Tinha cansado de procurar "o cara" ideal e tinha resolvido sossegar um pouco e começar a me conhecer (e amar) mais..afinal de contas, eu (ainda) tinha 26 anos!!!
E eis que no momento que eu estava melhor comigo mesma e (juro) sem procurar ninguém..conheço um cara!! Ironias da vida, né?
Será que dessa vez vai???
Não sei..masss, essa é outra estória!!

Beijos,

Dani.

Como me descobri “Solteira em Sampa”

Posso dizer que eu descobri o que era ser solteira depois que terminei meu último relacionamento sério. Sabe como é, garota do interior, família católica... desde o início da adolescência eu emendei um namoro sério atrás do outro. E não foram muitos, não. Foram dois apenas... longos demais. Mas o fato é que bateu um desespero quando me vi sozinha, aos 23 anos, numa cidade do tamanho de São Paulo. E quando falo sozinha, quero dizer sozinha mesmo – morando longe da família, dividindo apartamento com colegas e sem perspectiva nenhuma de namorar outra vez (desculpe pelo drama, mas como legítima descendente de italianos eu adoro exagerar).

Após meses em depressão, afinal eu realmente amava o cara, finalmente me joguei na solteirice. E como já dizia minha avó, quem nunca comeu melado, quando come se lambuza. De porres inesquecíveis à casos sem futuro, os anos seguintes foram meio sem rumo. Mas não me arrependo, não exagerei nem fiz muita coisa errada. Aliás, me comparando à algumas amigas posso dizer que minha fase “porra louca” foi bem é das comportadas. O importante é que passou. Não a solteirice, claro, mas passou a necessidade borbulhante de correr atrás do tempo perdido.

E hoje, não considero mais os longos anos que passei namorando como perdidos, muito menos meus anos de farra. Tudo contribuiu e continua contribuindo para transformar meu caráter, me moldar na pessoa que sou agora – bem melhor do que na adolescência e muitooooo longe do ideal.

E de alguns meses pra cá, sinto que mudei de novo. Estou sinceramente bem solteira, a ponto de me questionar durante os picos de felicidade se eu saberia levar um relacionamento sério novamente. Bom, é claro que saberia. Mas com certeza, ele seria bem diferente dos meus namoros adolescentes. E no final disso tudo, o importante é dizer que me descobri solteira em São Paulo. Uma cidade cheia de gente (interessante, por que não?) e de possibilidades. Afinal, eu ainda tenho 26 e ainda tenho muito o q experimentar. E se a vida quis que eu fosse solteira pra curtir essa fase, então porque não relaxar?

O importante é saber aproveitar as coisas boas de ser solteira e tentar aprender com as ruins. Sem nunca se esquecer de dar risada de TODAS elas depois.

Beijos,

Helo.

Primeiro post

Esse é o primeiro post! =D

Estou começando o blog sozinha, embora a idéia inicial tenha surgido após uma conversa (conversa meio desabafo, sabe?) com minha amiga Dani. Vamos ver se ela se empolga e passa a fazer parte do time "Solteiras em São Paulo".

O objetivo aqui não é arrumar marido. Muito menos lamentar sobre a solteirice, ou se gabar dela. Quero simplesmente reunir nesse espaço as histórias que eu e minhas amigas vivemos na cidade de São Paulo.

Como tudo na vida, ser solteira tem seu lado bom e seu lado ruim. E acredite, esses dois lados são muito engraçados!

Inspire-se nas histórias, reflita sobre elas (mas não muito, ok?) e divirta-se.

Beijos,

Helo.